O efeito agudo da amonia sobre a Mata Atlântica

Autores

  • Cristina Maria do Amaral Azevedo CETESB
  • Sérgio Luis Pompéia CETESB
  • Rodrigo Coelho Fialho CETESB
  • Renata Ramos Mendonça CETESB

Palavras-chave:

bioindicador, efeitos da poluição, Mata Atlântica, amônia

Resumo

Parte da Mata Atlântica, localizada nas escarpas da Serra do Mar, vem sendo degradada por poluentes atmosféricos advindos do Pólo Petroquímica de Cubatão, São Paulo. Constatou-se, a partir de levantamentos de campo, a existência de espécies vegetais sensíveis, tolerantes e resistentes ao conjunto de poluentes emitidos. Este trabalho tem por objetivo verificar os limites de tolerância de algumas espécies vegetais nativas sujeitas a fumigação por amônia (um dos principais poluentes emitidos pelas indústrias de fertilizantes locais), através da avaliação do efeito agudo provocado sobre suas folhas.

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Biografia do Autor

Cristina Maria do Amaral Azevedo, CETESB

Bióloga da CETESB

Sérgio Luis Pompéia, CETESB

Engenheiro-agrônomo da CETESB

Rodrigo Coelho Fialho, CETESB

Biólogo da CETESB

Renata Ramos Mendonça, CETESB

Bióloga da CETESB

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Publicado

1994-01-01

Como Citar

AZEVEDO, C. M. do A.; POMPÉIA, S. L.; FIALHO, R. C.; MENDONÇA, R. R. O efeito agudo da amonia sobre a Mata Atlântica . Revista Ambiente, São Paulo, v. 8, n. 1, p. 21–25, 1994. Disponível em: https://revista.cetesb.sp.gov.br/revista/article/view/157. Acesso em: 7 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos