Uso de bioindicadores para monitoramento do ar

Autores

  • José Francisco do Prado Filho Univesidade Federal de Ouro Petro

Palavras-chave:

fabricação de alumínio primário, fluoretos atmosféricos, bioindicadores da qualidade atmosférica, poluição

Resumo

No processo de fabricação de alumínio primário resulta a formação de fluoretos gasosos e particulados, que acabam por atingir a atmosfera, contaminando-a. A influência da poluição atmosférica proveniente de uma fábrica de alumínio, instalada em Ouro Preto-MG, foi estudada por meio de plantas sensíveis e acumuladoras para fluoretos atmosféricos. Gladiolus sp (sensível ao flúor) e Lolium multiflorium Lam (acumuladores de flúor) foram cultivados em módulos experimentais e distribuídos em diferentes pontos no município de Ouro Preto. Gladiolus sp cultivados em pontos mais próximos à fonte poluidora apresentaram maiores valores médios de área foliar necrosada, enquanto que Lolium multiflorium Lam cultivados no ponto mais próximo à fábrica apresentaram maior concentração de fluoretos (45 ppm ). Plantas sensíveis e acumuladoras de poluentes atmosféricos mostraram possuir peculiaridades para ser utilizadas como indicadoras de qualidade do ar atmosférico, entretanto, dificilmente se conseguem, com o uso_ de plantas, índices de concentração de poluentes no ambiente.

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Biografia do Autor

José Francisco do Prado Filho, Univesidade Federal de Ouro Petro

Ecólogo, Mestre em Ecologia. Prof. de Ciências do Ambiente/Escola de Minas/Universidade Federal de Ouro Preto

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Publicado

1993-01-01

Como Citar

PRADO FILHO, J. F. do. Uso de bioindicadores para monitoramento do ar. Revista Ambiente, São Paulo, v. 7, n. 1, p. 57–64, 1993. Disponível em: https://revista.cetesb.sp.gov.br/revista/article/view/148. Acesso em: 7 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos