Reações da soja a chuva ácida e solo contaminado

Autores

  • Pedro Luís da C.A. Alves UNESP
  • Marco Antônio Oliva C. Universidade Federal de Viçosa

Palavras-chave:

Cubatão, chuva ácida, cera epicuticular, resistência difusiva, peroxidase, redutase do nitrato

Resumo

Plantas de Glycine max (L.) Merrill cv. Uberaba, cultivadas em areia, solo (LVA) de Cubatão e olo de Cubatão com acidez corrigida, foram expostas, a partir do estágio V2, durante uma semana, a chuva ácida simulada, de composição semelhante às precipitações pluviométricas de Cubatão -SP, com o intuito de estudar os efeitos dos tratamentos sobre: o teor de cera epicuticular, a resistência difusiva ao C02 e as atividades das enzimas peroxidase e redutase do nitrato. A chuva ácida causou remoção da cera epicuticular sem, contudo, afetar a resistência difusiva nas superfícies adaxial e abaxial das folhas. A chuva ácida aumentou a atividade da peroxidase e reduziu a atividade da redutase do nitrato nas folhas, sendo este efeito inverso para a redutase do nitrato das raízes. A correção da acidez do solo de Cubatão eliminou os seus efeitos detrimentais. Ao final do período experimental, observaram-se na parte aérea lesões evidentes, semelhantes às produzidas pelo acúmulo de flúor.

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Biografia do Autor

Pedro Luís da C.A. Alves, UNESP

Departamento de Biologia Aplicada à Agropecuária -FCAV -UNESP Campus de Jaboticabal. Rod. Carlos Tonanni, km 5. 14870 Jaboticabal, SP, Brasil

Marco Antônio Oliva C., Universidade Federal de Viçosa

Departamento de Biologia Vegetal -UFV. 36570. Viçosa, MG, Brasil

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Publicado

1993-01-01

Como Citar

ALVES, P. L. da C.; OLIVA C., M. A. Reações da soja a chuva ácida e solo contaminado. Revista Ambiente, São Paulo, v. 7, n. 1, p. 34–39, 1993. Disponível em: https://revista.cetesb.sp.gov.br/revista/article/view/144. Acesso em: 6 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos