A precisão de testes de toxicidade com Daphnia

Autores

  • Eduardo Bertoletti CETESB
  • Marion G. Nipper CETESB
  • Neili Peixoto Magalhães CETESB

Palavras-chave:

coeficiente de variação, teste de toxicidade, Daphnia similis, precisão analítica

Resumo

Com a finalidade de avaliar a precisão analítica de testes de toxicidade aguda com Daphnia similis, foram utilizados cinco sais de metal e sete efluentes líquidos industriais. A variabilidade intralaboratorial, expressa em coeficiente de variação (C.V.), foi de 27,3% para testes com HgCJ2; 21,7% com CuSO4 . 5H2O; 10,4% com NiSO4. 6H2O; e 15,4% para os testes com ZnSO4 . 7H2O. A precisão analítica interlaboratorial foi expressa pelo C. V. de 14,4% para testes com K2Cr2O7 e C.V. de 14,0% para os testes com efluentes industriais. Os coeficientes de variação obtidos indicam uma boa precisão dos testes de toxicidade com Daphnia similis, o que os torna adequados para uso rotineiro no controle de agentes químicos que serão dispostos em recursos hídricos.

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Biografia do Autor

Eduardo Bertoletti, CETESB

Biólogo da CETESB

Marion G. Nipper, CETESB

Biólogo da CETESB

Neili Peixoto Magalhães, CETESB

Biólogo da CETESB

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Publicado

1992-01-01

Como Citar

BERTOLETTI, E.; NIPPER, M. G.; MAGALHÃES, N. P. A precisão de testes de toxicidade com Daphnia. Revista Ambiente, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 55–59, 1992. Disponível em: https://revista.cetesb.sp.gov.br/revista/article/view/122. Acesso em: 7 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos