Monitoramento de plantas aquáticas por satélite

Autores

  • Claudio Roberto Palombo CETESB
  • Marisa Dantas Bitencourt Pereira USP

Resumo

O controle de infestação por macrófitas, passa necessariamente pela estimativa de sua área de ocupação. Vários métodos, entre eles os de sensoriamento remoto, podem ser aplicados, cada um com vantagens e desvantagens no que tange a custos, repetitividade e operacionalidade. As imagens obtidas por satélite oferecem, além da visão sinóptica, uma periodicidade ajustável aos objetivos e aos recursos disponíveis. Neste trabalho constatou-se que, se a infestação do corpo d'água for por Pistia stratiotes, é possível a obtenção de uma máscara do entorno que muito auxiliará no monitoramento do reservatório para estimar áreas de ocupação por macrófitas. Compararam-se as curvas espectrais, obtidas através das imagens, de infestações por Pistia stratiotes e Eichhornia crassipes, as quais se mostraram flagrantemente distinta.

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Biografia do Autor

Claudio Roberto Palombo, CETESB

Biólogo da Cetesb com Mestrado em Ecologia pelo IB-USP

Marisa Dantas Bitencourt Pereira, USP

Docente Depto. Ecologia Geral IB-USP com Mestrado em Sensoriamento Remoto e Aplicações pelo INPE-São José dos Campos -SP

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Publicado

1992-01-01

Como Citar

PALOMBO, C. R.; PEREIRA, M. D. B. Monitoramento de plantas aquáticas por satélite. Revista Ambiente, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 49–54, 1992. Disponível em: https://revista.cetesb.sp.gov.br/revista/article/view/121. Acesso em: 7 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos